Tag Archive: frete


Show Rural Coopavel – 10/02/2011

Eduardo Leduc*

Nos últimos anos, o agricultor brasileiro se modernizou da porteira para dentro para atingir níveis de tecnologia e sustentabilidade compatíveis com as exigências do mercado. No entanto, ele enfrenta obstáculos para escoar a produção. Os gargalos logísticos, discutidos há anos, seguem sendo item prejudicial à rentabilidade. Em um país de dimensões continentais, a intermodalidade aparece como ponto essencial para assegurar a competitividade da agricultura brasileira. Continue lendo

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Folha do Estado Expresso MT – 08/02/2011

“É possível que fique mais soja em Mato Grosso. Os setores de aves e suínos a cada dia crescem no Estado, porém por hora o biodiesel, cuja composição é 80% de soja”.

As vendas externas da soja mato-grossense recuaram em 2010 14,86% ante o ano de 2009, resistindo inclusive ao apetite da China, principal compradora do produto. O Estado de Mato Grosso, no ano passado, deixou de exportar 5,41 milhões de toneladas do grão, de uma produção de 18,81 milhões de toneladas, quantidade destinada para a produção de biodiesel, farelo e óleo de soja. Em 2010 apenas 13,4 milhões de toneladas foram exportadas, enquanto que em 2009 foram 14,84 milhões de toneladas. Conforme produtores e especialistas, o aumento interno é visto com bons olhos. Continue lendo

Gazeta do Povo – 08/02/2011

Com a produção de grãos em alta e a tendência de aumento no faturamento do setor, houve crescimento expressivo nas vendas de caminhões no Brasil, especialmente da última safra para cá. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), foram vendidas 170 mil unidades de janeiro a dezembro de 2010 – 50% mais que a marca de 114 mil registrada em igual período de 2009. Continue lendo

Diário de Cuiabá – 28/04/2010

Para o presidente da Aprosoja/MT, Glauber Silveira, se não fosse o alto custo do transporte da produção, a saca poderia obter uma melhor cotação e custar cerca de R$ 7 a mais. Exemplificando, ele lembra que a soja comercializada a R$ 28 a saca no Estado poderia chegar a R$ 35 se houvesse uma logística melhor. O alto custo do frete encarece o custo de produção e faz cair o valor do produto. A logística é um dos principais temas abordados nas palestras do Circuito Aprosoja, que fala do planejamento da safra 2010/11. Com o tema “O agronegócio no contexto político e econômico”, o circuito vai percorrer 19 cidades de Mato Grosso até o dia 7 de maio, orientando os produtores. Continue lendo

Diário de Cuiabá – 28/04/2010

Falta de concorrência, deixa valor próximo do que é cobrado pelo transporte rodoviário

Monopólio. Concessão. Direito de exclusividade. Falta de concorrência. Essas palavras são usadas pelos produtores mato-grossenses para denunciar os altos preços do frete cobrados pela detentora da concessão de exploração do transporte ferroviário no Estado, a América Latina Logística (ALL). “A ferrovia chegou a Mato Grosso, mas a situação não melhorou em nada para o produtor em termos de preço, como se falava antes da chegada dos trilhos”, critica o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja), Glauber Silveira. Continue lendo

Agência Senado – 29/04/2010

Em audiência pública nessa quarta-feira (28), o representante da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Luiz Antonio Fayet, defendeu a isenção do Adicional de Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) no transporte de cargas de agrotóxicos e fertilizantes e suas matérias-primas, Ele explicou que esta é uma reivindicação do setor agrícola para desonerar seus custos de produção.

Fayet questionou a validade do adicional para qualquer produto, por entender que sua cobrança apenas “camufla” os problemas de financiamento da indústria nacional de construção e reparos de embarcações, setor atendido com os recursos arrecadados com essa taxa, por meio do Fundo da Marinha Mercante (FMM). Continue lendo

Gazeta do Povo – 12/04/2010

O custo do transporte por caminhões de Cascavel, no Oeste do PR, a Paranaguá representa 16% do preço da tonelada da soja, de US$ 350, vendida pela Coopa­­vel, uma da principais cooperativas do estado. Em países como Estados Unidos e Argentina o custo médio do transporte é de 10%. “Hoje não usamos ferrovia porque ela é lenta e tem problemas. Se funcionasse de maneira adequada e tivesse velocidade, esse custo poderia cair a 10%”, diz Dilvo Grolli, presidente da cooperativa. Mas esses não são os únicos problemas dos produtores da região. Também faltam armazéns para estocar a produção recorde. A Coopavel deve receber dos cooperados esse ano 800 mil toneladas de grãos – entre milho, soja e trigo. Somente a soja terá um aumento da produção de 40%. “Já tínhamos um déficit de armazenagem de 20%. Em 2010, esse déficit vai para 40%”, afirma. Além da falta de armazéns, a logística de exportação é outra preocupação do agronegócio, com a falta de investimentos em ampliação de capacidade no porto de Paranaguá. Continue lendo

Globo Online – 12/04/2010

O Rio Grande do Sul colheu quase 1,9 milhão de toneladas de trigo na safra passada. Mas, depois de cinco meses da colheita do produto, o mercado continua parado. Os agricultores reclamam que o preço está muito baixo e mesmo assim não há comprador.

O agricultor Décio Teixeira ainda não comercializou mais da metade da produção de trigo colhida no ano passado. Os silos da propriedade em Cruz Alta, no noroeste gaúcho, antes ocupados com o cereal, tiveram que ser esvaziados para dar lugar à soja recém colhida. A operação pesou no bolso do agricultor. Continue lendo

Dourados Agora – 13/04/2010

A empresas armazenadoras estão abarrotadas com estocagem da soja, que aguardam melhorar o preço baixo preço pago pela saca da soja, fez com que grande parte dos produtores de Dourados procurassem armazenar o grão. Com isso, os locais que prestam o serviço de armazenamento em Dourados estão abarrotados.

A Empresa Armazenadora de Dourados (Emad), uma das mais requisitadas no município, diz que não existe mais espaço para armazenar mais nada. “Houve muita procura, mas não temos mais espaço”, disse a diretora-presidente da Emad, Gelci de Vargas. Ela explica que nos anos anteriores conseguia armazenar 1,2 milhão de sacas, mas nesta safra pode guardar apenas 400 mil por conta do estoque de milho do governo. “Este ano a empresa pode atender apenas 40% dos associados, mas acredito que outras armazenadoras também estejam superlotadas”, diz ela. Continue lendo

Diário do Norte do Paraná – 29/03/2010

A grande produtividade das lavouras de soja da região se reflete no aumento da contratação de caminhões para o frete e, consequentemente, do frete cobrado por caminhoneiros e transportadoras.

Na região de Maringá, o valor do frete aumentou, em média, 50% em comparação com o período de entressafra. Um serviço de transporte de carga padrão, que custava R$ 1.000 até o final de 2009, agora custa em média R$ 1.500. Continue lendo

Gazeta do Povo – 23/03/2010

Transporte consome parcela maior da renda do produtor neste ano, e agrava a crise provocada pela queda nos preços dos grãos

O frete para grãos subiu de 5% a 50% além do normal nesta safra. Esta­­tísticas do Paraná e Mato Grosso, principais produtores brasileiros de milho e soja, provam a ocorrência de inflação. Os transportadores argumentam quem o setor está se valendo da procura elevada, provocada pela safra recorde de soja, para recuperar renda. O Paraná colhe 4 milhões de toneladas de soja a mais que no ciclo anterior (14 milhões no total). No Brasil, um volume adicional superior a 10 milhões (67 milhões ao todo), apurou a Expedição Safra RPC. Continue lendo

Globo Rural – 22/03/2010

Agricultores de Mato Grosso estão com dificuldade para escoar a safra de soja. Com o aumento da produção, faltam caminhões para transportar os grãos.

Com a colheita da soja a pleno vapor em Mato Grosso, as estradas estão cheias de caminhões. Se por um lado o produtor está satisfeito com a safra que está maior este ano, por outro reclama dos gastos para transportar a produção. O preço do frete subiu em média 25% em relação ao mesmo período do ano passado. Continue lendo

Jornal do Comércio – 08/03/2010

Com pista simples, sem sinalização, cheia de buracos e com trânsito de 15 mil carretas por dia, a BR-364 é conhecida como “corredor da morte”. No trecho entre Cuiabá e Rondonópolis passam dois terços da soja produzida em Mato Grosso em direção à ferrovia ou aos portos de São Paulo e Paraná. Com o trânsito intenso, um acidente ou a simples avaria de um veículo leva à formação de filas de até 30 quilômetros. Continue lendo

Estado de São Paulo – 08/03/2010

Preço do transporte está 25% mais caro este ano no Estado

De cada dez sacas de soja colhidas nesta safra no Estado de Mato Grosso, quase cinco serão consumidas pelo frete. Os custos do transporte até o porto representam 8 milhões de toneladas, quase a metade da produção do Estado que responde por 62% da soja produzida no Brasil. O frete está 25% mais caro este ano, e ainda faltam caminhões. Os produtores culpam a precariedade das estradas de Mato Grosso e o aumento no custo do pedágio no Paraná e em São Paulo pelo que chamam de “apagão logístico”. Continue lendo