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Diário de Cuiabá – 03/05 /2011

O balanço do primeiro trimestre de 2011 revela que as exportações de milho aumentaram 31% em relação ao volume embarcado por Mato Grosso, em igual período do ano passado. Enquanto de janeiro a março de 2010 foram exportadas 1,42 milhão de toneladas, neste ano foram 1,86 milhão. Quando se compara a receita obtida nos períodos em análise, o incremento é ainda maior: 79%. Os negócios saltaram de US$ 255 milhões para US$ 457 milhões. Os números referentes à movimentação de abril ainda não estão disponibilizados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). View full article »
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Brasil Econômico  – 03/05/2011

Recuperação da BR-163 no Pará e construção da ferrovia Norte-Sul abrem caminho para escoar a produção do Centro-Oeste.

Dois projetos que começam a se concretizar darão a uma boa parte da produção agropecuária brasileira um caminho mais curto para chegar no seu destino.

“A recuperação da BR-163 até Santarém e a construção da Ferrovia Norte-Sul são os projetos logísticos de curto prazo com impacto para o agronegócio”, diz a coordenadora do Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Priscilla Nunes. View full article »

Diário de Cuiabá – 02/05 /2011

Mato Grosso colheu nesta safra mais de 20 milhões de toneladas de soja, um novo recorde. Este extraordinário desempenho, contudo, esbarra na falta de uma adequada logística de transporte para escoar a produção até aos portos exportadores.

A questão virou um pesadelo para os agricultores mato-grossenses, especialmente os localizados em regiões mais distantes do litoral brasileiro. No campo, o produtor planta com excelência, alcança bons índices de produtividade, gera saldo para a balança comercial. Na hora de vender o fruto de seu trabalho, todavia, ele sofre grande amargura, pois não tem como impedir que boa parte de sua renda seja destinada para pagar frete. View full article »

Olhar Direto – 06/04/2011

O aumento da demanda por canais de escoamento para grãos levou a Hermasa – empresa de navegação do grupo André Maggi – a investir na construção de uma estrutura própria em Porto Velho. Hoje, a empresa utiliza o terminal público do porto da capital de Rondônia, mas o plano é, pelo menos, dobrar a capacidade para movimentação de grãos, que atualmente é de 40 mil toneladas. A Hermasa também planeja trabalhar com dois produtos – soja e milho – simultaneamente, o que não é possível hoje. View full article »

Olhar Direto – 04/04/2011

A China, maior comprador de soja do mundo, quer romper a intermediação das multinacionais norte-americanas que atuam no setor e quer investir na compra de soja diretamento dos produtores de Mato Grosso e de pelo menos outros cinco estados da Federação. View full article »

G1 – Globo – 31/03/2011

Caminhões transportam os grãos para silos, cooperativas e portos.

No Paraná, a soja, recém-colhida, fica espalhada pelas rodovias.

A safra brasileira está na estrada. Milhares de caminhões transportam os grãos para silos, cooperativas e portos. No caminho, uma preocupação: o desperdício. Parte da carga acaba perdida na beira das rodovias. View full article »

Valor Econômico – 30/03/2011

Levantamento realizado pela Agroconsult revela que quase 3 milhões de toneladas de soja sequer saem das lavouras brasileiras. O volume de grão é literalmente perdido durante o processo de colheita da oleaginosa e equivale a 4% da produção nacional de soja. Nesse valor não são consideradas as perdas que ocorrem durante o processo de transporte da safra, seja para os silos das tradings, seja para os portos com destino ao mercado externo. View full article »

Agrolink – 25/03/2011 – 16:43

Os produtores estão cada vez mais conscientes de que a qualidade é uma exigência fundamental para a comercialização de produtos agrícolas. E a qualidade dos grãos utilizados nas rações de suínos e aves faz parte desse quadro. A comida servida aos animais é responsável por cerca de 70% do custo de produção e exige muita atenção por parte dos agricultores, especialmente daqueles que preparam a ração na própria propriedade.

Em atenção a isso, a Embrapa e a Emater/RS desenvolveram um secador de leito fixo que utiliza um coletor solar armazenador de energia como fonte de aquecimento do ar. “É um equipamento de fácil operação e baixo custo, adequado para pequenas propriedades rurais”, explica o pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Paulo Armando de Oliveira. View full article »

Show Rural Coopavel – 10/02/2011

Eduardo Leduc*

Nos últimos anos, o agricultor brasileiro se modernizou da porteira para dentro para atingir níveis de tecnologia e sustentabilidade compatíveis com as exigências do mercado. No entanto, ele enfrenta obstáculos para escoar a produção. Os gargalos logísticos, discutidos há anos, seguem sendo item prejudicial à rentabilidade. Em um país de dimensões continentais, a intermodalidade aparece como ponto essencial para assegurar a competitividade da agricultura brasileira. View full article »

DCI – Diário do Comércio & Indústria – 09/02/2011

Buenos Aires – As negociações para solucionar o conflito trabalhista nos portos argentinos de Rosario, maior complexo de exportação agrícola do país, estão à beira de um fracasso. Os trabalhadores ameaçam voltar à greve até que suas exigências salariais sejam atendidas. View full article »

Diário de Cuiabá – 09/02/2011

Em volume, embarques via Santos contabilizaram 5,1 milhões de toneladas para mercado externo

Com 59% dos embarques, o Porto de Santos (SP) foi o grande destaque das exportações da soja mato-grossense em 2010. Em volume, os embarques via Santos contabilizaram 5,1 milhões de toneladas para o mercado externo.

Entre as várias opções de embarques, aparecem também os portos de Manaus (AM) e Vitória (ES). Este último porto foi responsável por 1,1 milhão de toneladas, enquanto o porto de Itacoatiara, em Manaus, embarcou 867 mil toneladas. Pelo porto de Paranaguá (PR) foram exportadas 613 mil toneladas, algo em torno de 7% da soja exportada pelo Estado. View full article »

Folha do Estado Expresso MT – 08/02/2011

“É possível que fique mais soja em Mato Grosso. Os setores de aves e suínos a cada dia crescem no Estado, porém por hora o biodiesel, cuja composição é 80% de soja”.

As vendas externas da soja mato-grossense recuaram em 2010 14,86% ante o ano de 2009, resistindo inclusive ao apetite da China, principal compradora do produto. O Estado de Mato Grosso, no ano passado, deixou de exportar 5,41 milhões de toneladas do grão, de uma produção de 18,81 milhões de toneladas, quantidade destinada para a produção de biodiesel, farelo e óleo de soja. Em 2010 apenas 13,4 milhões de toneladas foram exportadas, enquanto que em 2009 foram 14,84 milhões de toneladas. Conforme produtores e especialistas, o aumento interno é visto com bons olhos. View full article »

Gazeta do Povo – 08/02/2011

Com a produção de grãos em alta e a tendência de aumento no faturamento do setor, houve crescimento expressivo nas vendas de caminhões no Brasil, especialmente da última safra para cá. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), foram vendidas 170 mil unidades de janeiro a dezembro de 2010 – 50% mais que a marca de 114 mil registrada em igual período de 2009. View full article »

Gazeta do Povo – 08/02/2011

A Administração do Porto de Paranaguá informa que existe risco de congestionamento de caminhões no pico desta colheita. Em fevereiro do ano passado, a concentração do escoamento da safra resultou em uma fila de 15 quilômetros na BR-277, entre Curitiba e o litoral, num episódio isolado. O problema teria ocorrido por queda de energia elétrica e perda de acesso à internet, que levaram o sistema de identificação das cargas a um ‘apagão’. Desta vez, a previsão é que haja pressão por escoamento maior do que o sistema de embarque pode atender. View full article »

Valor Econômico – 04/02/2011

Os portos do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Norte terão prioridade no recebimento de recursos para adaptação à legislação ambiental e já têm reservados R$ 7,442 milhões para serem divididos entre as adequações das três unidades. Outros portos, como Santos e Bahia, já estão com obras de adaptação em andamento, enquanto Paranaguá já toca as melhorias com recursos próprios. View full article »