Category: Rodovia


Aprosoja – 22/12/2011

A Aprosoja participou, a convite do governador do Tocantins, Siqueira Campos, da inauguração de 230 quilômetros no trecho da ferrovia Norte Sul que liga o pátio intermodal de Palmas/Porto Nacional até Guaraí, todas as cidades no estado do Tocantins. O trecho é administrado pela companhia Vale do Rio Doce e possibilitará ligar a região central do estado por via ferroviária até o porto de Itaqui, no Maranhão e, de lá, à Europa e aos Estados Unidos, importantes destinos internacionais dos grãos produzidos no Brasil. Continue lendo

Anúncios

Valor Econômico – 22/11/2011

O Brasil pode dobrar a sua produção de grãos nos próximos anos, como fez na década anterior, e superar a marca das 300 milhões de toneladas em 2020. Dispõe de área, água, clima e tecnologia adequados para até ir além dessa marca, segundo a maioria dos especialistas. Mas o produto que é extraído da terra continuará enfrentando gargalos da infraestrutura precária, estrutura tributária inadequada e, entre outros, burocracia na concessão de crédito, caso não haja vontade e força política para mudar essa realidade. Continue lendo

Agência Brasil – 27/10 /2011

Mais da metade das rodovias brasileiras pavimentadas apresentam problemas, segundo a 15ª pesquisa de rodovias divulgada nesta quarta (26) pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). Foram avaliados 92.747 quilômetros (km) de rodovias. Destes, 53.226 km, o que corresponde a 57,4% do total, apresentaram “algum tipo de deficiência”. De acordo com a pesquisa, 24.899 km “estão em situação crítica”. Isso corresponde a 26,9%. Continue lendo

DCI – Diário do Comércio & Indústria – 19/10/2011

Estudo realizado pela Ubabef apresentará 63 propostas ao ministro Mendes Ribeiro para reduzir prejuízos causados pelos gargalos no transporte de cargas

Com perdas superiores a R$ 2 bilhões ao ano, com custos logísticos, a União Brasileira de Avicultura (Ubabef) preparou um estudo para apresentar ao Ministério da Agricultura sobre esses gargalos do setor. A ideia do estudo é tentar reduzir esses custos em pelo menos 2% em curto prazo, para devolver a competitividade à avicultura brasileira. Continue lendo

Aprosoja – 09/09/2011

A infraestrutura de logística norte-americana foi um dos aspectos que mais chamaram a atenção da comitiva da Aprosoja durante do ‘Intercâmbio da Soja’. Principalmente quando se compara as condições vividas cotidianamente pelos produtores brasileiros para o escoamento da produção com o cenário encontrado nas fazendas visitas durante o intercâmbio. “Tudo foi planejado aqui há muito tempo. O processo de ocupação urbana ocorreu ao lado de grandes projetos logísticos”, observa o delegado da Aprosoja, Adolfo Petry. Continue lendo

Portal G1 – 27/07/2011

Uma carga de soja pode demorar quase um mês para chegar ao destino. O Porto de Santarém, no Pará, tem sido boa alternativa de rota.

Do Globo Rural – O Brasil é um dos principais exportadores de soja do mundo. Quase tudo o que é vendido para fora sai pelos Portos de Santos, em São Paulo, e de Paranaguá, no Paraná. Já a produção do Norte do país encontrou uma boa alternativa de saída. Continue lendo

Brasil Econômico  – 03/05/2011

Recuperação da BR-163 no Pará e construção da ferrovia Norte-Sul abrem caminho para escoar a produção do Centro-Oeste.

Dois projetos que começam a se concretizar darão a uma boa parte da produção agropecuária brasileira um caminho mais curto para chegar no seu destino.

“A recuperação da BR-163 até Santarém e a construção da Ferrovia Norte-Sul são os projetos logísticos de curto prazo com impacto para o agronegócio”, diz a coordenadora do Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Priscilla Nunes. Continue lendo

Diário de Cuiabá – 02/05 /2011

Mato Grosso colheu nesta safra mais de 20 milhões de toneladas de soja, um novo recorde. Este extraordinário desempenho, contudo, esbarra na falta de uma adequada logística de transporte para escoar a produção até aos portos exportadores.

A questão virou um pesadelo para os agricultores mato-grossenses, especialmente os localizados em regiões mais distantes do litoral brasileiro. No campo, o produtor planta com excelência, alcança bons índices de produtividade, gera saldo para a balança comercial. Na hora de vender o fruto de seu trabalho, todavia, ele sofre grande amargura, pois não tem como impedir que boa parte de sua renda seja destinada para pagar frete. Continue lendo

G1 – Globo – 31/03/2011

Caminhões transportam os grãos para silos, cooperativas e portos.

No Paraná, a soja, recém-colhida, fica espalhada pelas rodovias.

A safra brasileira está na estrada. Milhares de caminhões transportam os grãos para silos, cooperativas e portos. No caminho, uma preocupação: o desperdício. Parte da carga acaba perdida na beira das rodovias. Continue lendo

Diário de Cuiabá – 28/04/2010

Para o presidente da Aprosoja/MT, Glauber Silveira, se não fosse o alto custo do transporte da produção, a saca poderia obter uma melhor cotação e custar cerca de R$ 7 a mais. Exemplificando, ele lembra que a soja comercializada a R$ 28 a saca no Estado poderia chegar a R$ 35 se houvesse uma logística melhor. O alto custo do frete encarece o custo de produção e faz cair o valor do produto. A logística é um dos principais temas abordados nas palestras do Circuito Aprosoja, que fala do planejamento da safra 2010/11. Com o tema “O agronegócio no contexto político e econômico”, o circuito vai percorrer 19 cidades de Mato Grosso até o dia 7 de maio, orientando os produtores. Continue lendo

Zero Hora – 14/04/2010

Polícia Rodoviária Federal pede paciência e prudência aos motoristas

A boa produção da safra gaúcha de soja, estimada em 9,5 milhões de toneladas, reflete no trânsito da estrada Rio Grande-Santa Maria (BR-392). Diariamente, cerca de 700 caminhões forrados do grão estacionam no porto de Rio Grande, no sul do Estado.

Entre fim de abril e início de maio, o pico deve chegar a mil veículos por dia. Os embarques, que começaram na última semana de março, já exportaram 342 mil toneladas do produto. Seis navios deixaram o porto rumo à China e a Taiwan – os chineses consomem cerca de 60% da soja plantada no Estado. Países europeus, como a Alemanha, são outros destinos do grão ao longo da safra. A projeção dos terminais da Tergrasa e Termasa é movimentar 5 milhões de toneladas até o final de maio, superando os 3,8 milhões em igual período de 2009. Continue lendo

Gazeta do Povo – 12/04/2010

O custo do transporte por caminhões de Cascavel, no Oeste do PR, a Paranaguá representa 16% do preço da tonelada da soja, de US$ 350, vendida pela Coopa­­vel, uma da principais cooperativas do estado. Em países como Estados Unidos e Argentina o custo médio do transporte é de 10%. “Hoje não usamos ferrovia porque ela é lenta e tem problemas. Se funcionasse de maneira adequada e tivesse velocidade, esse custo poderia cair a 10%”, diz Dilvo Grolli, presidente da cooperativa. Mas esses não são os únicos problemas dos produtores da região. Também faltam armazéns para estocar a produção recorde. A Coopavel deve receber dos cooperados esse ano 800 mil toneladas de grãos – entre milho, soja e trigo. Somente a soja terá um aumento da produção de 40%. “Já tínhamos um déficit de armazenagem de 20%. Em 2010, esse déficit vai para 40%”, afirma. Além da falta de armazéns, a logística de exportação é outra preocupação do agronegócio, com a falta de investimentos em ampliação de capacidade no porto de Paranaguá. Continue lendo

Expresso MT – 31/03/2010

Mesmo com péssima logística, colheita de soja em MT é a mais rápida da história

A colheita da soja em Mato Grosso tem mais uma façanha a comemorar. O levantamento semanal do Instituto Mato Grossense de Economia Agropecuária (Imea), que mostrou que dos 6 milhões de hectares colhidos, que correspondem a 98% dos 6,122 milhões de hectares cultivados na atual safra, indica que a colheita fechou duas semanas mais cedo nesta safra do que na do ano passado. Continue lendo

Diário do Norte do Paraná – 29/03/2010

A grande produtividade das lavouras de soja da região se reflete no aumento da contratação de caminhões para o frete e, consequentemente, do frete cobrado por caminhoneiros e transportadoras.

Na região de Maringá, o valor do frete aumentou, em média, 50% em comparação com o período de entressafra. Um serviço de transporte de carga padrão, que custava R$ 1.000 até o final de 2009, agora custa em média R$ 1.500. Continue lendo

Globo Rural – 22/03/2010

Agricultores de Mato Grosso estão com dificuldade para escoar a safra de soja. Com o aumento da produção, faltam caminhões para transportar os grãos.

Com a colheita da soja a pleno vapor em Mato Grosso, as estradas estão cheias de caminhões. Se por um lado o produtor está satisfeito com a safra que está maior este ano, por outro reclama dos gastos para transportar a produção. O preço do frete subiu em média 25% em relação ao mesmo período do ano passado. Continue lendo