Category: Portos


Reuters – 27/12/2011

SÃO PAULO – O Porto de Paranaguá se prepara para recuperar cargas a granel, especialmente soja e milho, que haviam migrado a outros portos nos últimos anos por entraves burocráticos e de estrutura, e estabelecer novo pico de movimentação em 2012, disse o superintendente do porto paranaense. Continue lendo

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Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) – 27/12/2011

O Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá acaba de atingir a maior movimentação de sua história. De janeiro até esta segunda-feira (26), foram 13,9 milhões de toneladas de produtos exportados pelo Corredor. O recorde anterior foi registrado em 2001, quando foram exportados pelo complexo 13,8 milhões de toneladas de produtos. Continue lendo

Navios já esperam 13 dias para atracar

Valor Econômico – 19/12/2011

Os navios de contêineres desperdiçaram, no ano passado, 72.400 horas esperando para atracar nos 17 principais terminais portuários do país, o que dá mais de 3 mil dias, uma conta que chegou, apenas entre janeiro e setembro de 2010, a R$ 246 milhões. Os navios esperam até 13 dias para poder atracar, porque faltam berços, os espaços destinados a eles nos cais, segundo Carlos Campos, coordenador de infraestrutura econômica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Por isso, forma-se um congestionamento de embarcações na baía, à espera de autorização para atracar, ao custo de R$ 60 mil a R$ 70 mil por dia. Quando conseguem atracar, não podem sair totalmente carregadas, na maioria das vezes, por questão de calado. Continue lendo

Valor Econômico – 16/12/2011

Os Portos de Paranaguá e Antonina, no Paraná, devem bater recorde de movimentação de cargas em 2011 e fechar o exercício com 41 milhões de toneladas. Em todo o ano de 2010 foram 38,1 milhões de toneladas e, até o fim do mês passado, o volume já chegava a 38,83 milhões de toneladas. O recorde histórico foi registrado em 2007, quando passaram pelos dois portos 38,22 milhões de toneladas de produtos. Continue lendo

Valor Econômico – 07/12/2011

Num dos momentos mais difíceis do transporte marítimo por conta da crise mundial, armadores que atuam no país reivindicam a redução do que classificam como altos custos dos portos brasileiros. Segundo eles, o primeiro passo é acelerar a velocidade das licitações de terminais marítimos, aumentando a concorrência. Nos últimos onze anos, o governo licitou apenas cinco terminais. Cabem aqui, duas ressalvas. A concorrência pública mais recente dessa lista, para movimentação de açúcar em Suape (PE), ainda não teve o contrato assinado. E o maior desses terminais – para contêineres e líquidos em Santos (SP) – não foi a leilão. A empresa comprou as outras arrendatárias e herdou os contratos. Continue lendo

Valor Econômico – 22/11/2011

O Brasil pode dobrar a sua produção de grãos nos próximos anos, como fez na década anterior, e superar a marca das 300 milhões de toneladas em 2020. Dispõe de área, água, clima e tecnologia adequados para até ir além dessa marca, segundo a maioria dos especialistas. Mas o produto que é extraído da terra continuará enfrentando gargalos da infraestrutura precária, estrutura tributária inadequada e, entre outros, burocracia na concessão de crédito, caso não haja vontade e força política para mudar essa realidade. Continue lendo

DCI – Diário do Comércio & Indústria – 19/10/2011

Estudo realizado pela Ubabef apresentará 63 propostas ao ministro Mendes Ribeiro para reduzir prejuízos causados pelos gargalos no transporte de cargas

Com perdas superiores a R$ 2 bilhões ao ano, com custos logísticos, a União Brasileira de Avicultura (Ubabef) preparou um estudo para apresentar ao Ministério da Agricultura sobre esses gargalos do setor. A ideia do estudo é tentar reduzir esses custos em pelo menos 2% em curto prazo, para devolver a competitividade à avicultura brasileira. Continue lendo

Olhar Direto – 06/04/2011

O aumento da demanda por canais de escoamento para grãos levou a Hermasa – empresa de navegação do grupo André Maggi – a investir na construção de uma estrutura própria em Porto Velho. Hoje, a empresa utiliza o terminal público do porto da capital de Rondônia, mas o plano é, pelo menos, dobrar a capacidade para movimentação de grãos, que atualmente é de 40 mil toneladas. A Hermasa também planeja trabalhar com dois produtos – soja e milho – simultaneamente, o que não é possível hoje. Continue lendo

DCI – Diário do Comércio & Indústria – 09/02/2011

Buenos Aires – As negociações para solucionar o conflito trabalhista nos portos argentinos de Rosario, maior complexo de exportação agrícola do país, estão à beira de um fracasso. Os trabalhadores ameaçam voltar à greve até que suas exigências salariais sejam atendidas. Continue lendo

Diário de Cuiabá – 09/02/2011

Em volume, embarques via Santos contabilizaram 5,1 milhões de toneladas para mercado externo

Com 59% dos embarques, o Porto de Santos (SP) foi o grande destaque das exportações da soja mato-grossense em 2010. Em volume, os embarques via Santos contabilizaram 5,1 milhões de toneladas para o mercado externo.

Entre as várias opções de embarques, aparecem também os portos de Manaus (AM) e Vitória (ES). Este último porto foi responsável por 1,1 milhão de toneladas, enquanto o porto de Itacoatiara, em Manaus, embarcou 867 mil toneladas. Pelo porto de Paranaguá (PR) foram exportadas 613 mil toneladas, algo em torno de 7% da soja exportada pelo Estado. Continue lendo

Gazeta do Povo – 08/02/2011

A Administração do Porto de Paranaguá informa que existe risco de congestionamento de caminhões no pico desta colheita. Em fevereiro do ano passado, a concentração do escoamento da safra resultou em uma fila de 15 quilômetros na BR-277, entre Curitiba e o litoral, num episódio isolado. O problema teria ocorrido por queda de energia elétrica e perda de acesso à internet, que levaram o sistema de identificação das cargas a um ‘apagão’. Desta vez, a previsão é que haja pressão por escoamento maior do que o sistema de embarque pode atender. Continue lendo

Valor Econômico – 04/02/2011

Os portos do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Norte terão prioridade no recebimento de recursos para adaptação à legislação ambiental e já têm reservados R$ 7,442 milhões para serem divididos entre as adequações das três unidades. Outros portos, como Santos e Bahia, já estão com obras de adaptação em andamento, enquanto Paranaguá já toca as melhorias com recursos próprios. Continue lendo

DCI – Diário do Comércio & Indústria – 31/01/2011

Dos cerca de US$ 30 bilhões previstos para o setor portuário brasileiro não entrar em colapso até 2015, ainda faltam US$ 8 bilhões, que terão de vir de algum lugar, como, por exemplo, investimentos externos. É o que estimam especialistas do segmento, que já contabilizam, entre investimentos públicos e privados agendados nos próximos quatro anos, US$ 22 bilhões. Hoje existem cerca de 260 pontos de gargalo nos portos nacionais, e em estudo do Ipea os Portos de Vitória (ES), Itaqui (MA), Pecém (CE), Rio Grande (RS) e Santos (SP) têm maior demanda de atenção, o que poderá salvar o Brasil de um “apagão portuário” nos próximos anos. Continue lendo

OCEPAR – 21/01/2011

Foi apresentado na tarde desta quinta-feira (20/01), em Paranaguá, o projeto de modernização do corredor de exportação que prevê, entre outras coisas, a implantação de balanças de fluxo que tornarão o embarque de granéis mais seguro no Porto. Operadores portuários, técnicos e engenheiros da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) participaram da reunião para discutir detalhes do novo projeto. Ele está sendo formulado por uma empresa privada. Continue lendo

Zero Hora – 17/05/2010

Mudança no canal de acesso vai beneficiar a safra de soja no Estado

A partir de segunda-feira, o porto de Rio Grande, no sul do Estado, passa a ter um calado maior, o que vai elevar a sua competitividade. Dos atuais 40 pés, a profundidade do canal de acesso sobe para 42 pés (de 12,4 metros para 13 metros), aumento capaz de injetar até US$ 16 milhões no bolso do produtor gaúcho. Para julho, está previsto o acréscimo de mais cinco pés.

A mudança gradual, definida em reunião na sexta-feira (14), entre a Superintendência do Porto de Rio Grande, a Capitania dos Portos e a Praticagem da Barra (empresa que controla a entrada e saída de embarcações do canal), atende ao pedido dos terminais de grãos do porto, beneficiados de forma imediata no escoamento da safra de soja, que tem seu pico entre os meses de abril e maio. Continue lendo