Category: Infraestrutura


Valor Econômico – 22/11/2011

O Brasil pode dobrar a sua produção de grãos nos próximos anos, como fez na década anterior, e superar a marca das 300 milhões de toneladas em 2020. Dispõe de área, água, clima e tecnologia adequados para até ir além dessa marca, segundo a maioria dos especialistas. Mas o produto que é extraído da terra continuará enfrentando gargalos da infraestrutura precária, estrutura tributária inadequada e, entre outros, burocracia na concessão de crédito, caso não haja vontade e força política para mudar essa realidade. Continue lendo

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DCI – Diário do Comércio & Indústria – 19/10/2011

Estudo realizado pela Ubabef apresentará 63 propostas ao ministro Mendes Ribeiro para reduzir prejuízos causados pelos gargalos no transporte de cargas

Com perdas superiores a R$ 2 bilhões ao ano, com custos logísticos, a União Brasileira de Avicultura (Ubabef) preparou um estudo para apresentar ao Ministério da Agricultura sobre esses gargalos do setor. A ideia do estudo é tentar reduzir esses custos em pelo menos 2% em curto prazo, para devolver a competitividade à avicultura brasileira. Continue lendo

Aprosoja – 09/09/2011

A infraestrutura de logística norte-americana foi um dos aspectos que mais chamaram a atenção da comitiva da Aprosoja durante do ‘Intercâmbio da Soja’. Principalmente quando se compara as condições vividas cotidianamente pelos produtores brasileiros para o escoamento da produção com o cenário encontrado nas fazendas visitas durante o intercâmbio. “Tudo foi planejado aqui há muito tempo. O processo de ocupação urbana ocorreu ao lado de grandes projetos logísticos”, observa o delegado da Aprosoja, Adolfo Petry. Continue lendo

Show Rural Coopavel – 10/02/2011

Eduardo Leduc*

Nos últimos anos, o agricultor brasileiro se modernizou da porteira para dentro para atingir níveis de tecnologia e sustentabilidade compatíveis com as exigências do mercado. No entanto, ele enfrenta obstáculos para escoar a produção. Os gargalos logísticos, discutidos há anos, seguem sendo item prejudicial à rentabilidade. Em um país de dimensões continentais, a intermodalidade aparece como ponto essencial para assegurar a competitividade da agricultura brasileira. Continue lendo

Jornal do Comércio – 27/01/2011

De acordo com estudo da Famato, o transporte dos grãos por hidrovia reduziria os custos em 70% na comparação ao rodoviário, e por ferrovia seriam 35% menores

Os produtores brasileiros iniciaram neste mês a colheita de uma safra recorde, de 149,41 milhões de toneladas de grãos, e mais uma vez a chamada eficiência da porteira para dentro não encontrará correspondência do lado de fora. No momento de escoar a produção, eles encontrarão pela frente os já conhecidos desafios logísticos, apesar das várias obras de infraestrutura anunciadas nos últimos anos, em especial para a região Centro-Oeste, maior produtora do País. De acordo com estudo da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), o transporte dos grãos por hidrovia reduziria os custos em 70%; por ferrovia seriam 35% menores. Mas, nesta safra, o estado, maior produtor nacional de soja, continuará a escoar 90% da colheita por via rodoviária. Continue lendo

EPTV – Emissoras Pioneiras de Televisão – 21/01/2011

Mais de R$ 3 mi são estimados para a reconstrução das 21 pontes

Na área rural de Socorro mais de mil quilômetros de estrada de terra foram prejudicados com a chuva e 21 pontes foram danificadas. Desde o último domingo (15), produtores não conseguem trafegar nas vias e escoar a produção. A previsão da prefeitura para reconstrução deve custar mais de R$ 3 mi. Continue lendo

O Estado de S. Paulo – 19/01/2011

A logística é um dos setores mais promissores no Brasil, mas, para os executivos da Vale e da Log-In, a falta de regulação afasta investidores. “É preciso apenas criar estabilidade nos contratos e permitir o investimento privado”, diz Marcello Spinelli, da Vale. Para ele, a falta de regulação sobre o transporte rodoviário, por exemplo, faz com que a competição entre modais seja desigual, impondo um custo alto ao País com a prevalência dos caminhões. Já Vital Lopes, da Log-In, defende novas concessões de terminais em portos públicos como forma de dar competitividade ao setor. “Para que a infraestrutura se desenvolva, é preciso investimentos. Não acho que o governo tenha uma capacidade ilimitada”, completa.

Alexandre Rodrigues

Disponível em: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/1/19/sem-regulacao-logistica-perde-investidores. Acesso em 19/01/2011.

Agrolink – 14/04/2010

A insuficiência de armazéns é um problema crônico que se manifesta a cada nova safra agrícola catarinense. De acordo com a Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), a atual capacidade de armazenagem de cereais é de pouco mais que 4 milhões de toneladas para uma produção de 7,5 milhões (*) de grãos, gerando um déficit de 40% das necessidades. Continue lendo

Gazeta do Povo – 15/04/2010

Hélio Strassacapa, Jornal de Maringá Online

Antigos barracões usados para armazenar café e instalações arrendadas socorrem os produtores de grãos que enfrentam falta de espaço de armazenagem no Noroeste do estado. A Cocamar, de Maringá, tem capacidade para receber 600 mil toneladas de grãos e, mesmo assim, precisou alocar 50 mil toneladas de soja em espaços alternativos, relata o superintendente comercial, José Cícero Aderaldo. Continue lendo

JM – Jornal de Maringá – 15/04/2010

Para não ficarem reféns da disponibilidade de espaço em armazéns públicos e de cooperativas, grandes produtores buscam cada vez mais investir em estruturas próprias. “A construção de silos na propriedade é um excelente investimento. É mais fácil de agregar valor e dá mais liberdade de comercialização”, diz o produtor de grãos, Osmar Benedito do Oliveira, que ergueu quatro armazéns em sua propriedade, em Iguaraçu, região Noroeste. Continue lendo

Comitê debate logística

Correio do Povo – 01/04/2010

Indústrias e entidades de aves, suínos e bovinos criaram nesta semana o Comitê Estratégico de Logística para debater soluções que permitam melhor aproveitamento e ampliação das exportações pelo Porto de Rio Grande. De acordo com o presidente da Asgav, Luiz Fernando Ross, a alternativa trará melhores condições de competitividade ao agronegócio gaúcho. O comitê deverá ter a primeira reunião ainda no mês de abril sob a coordenação dos executivos das entidades e do Tecon Rio Grande.

Gazeta do Povo – 30/03/2010

O potencial de expansão da nova fronteira agrícola brasileira é grande, mas pode ser travado pela logística deficiente. Para incorporar toda a área que têm disponível, o MaToPiBa precisa vencer uma série de gargalos, como estradas deficientes e portos ineficientes e saturados.

A infraestrutura está chegando à região, mas em ritmo menor que o crescimento do agronegócio. Há dois ciclos a Expedição Safra acompanha a produção de grãos no MaToPiBa. A cada visita, as equipes encontram novidades, como a chegada da energia elétrica à Nova Santa Rosa, em Uruçuí, no Piauí, e o asfalto na principal rodovia de Pedro Afonso, no Tocantins. Contudo, ainda há muito a fazer. A pavimentação da Transcerrado, no Piauí, a conclusão das obras nas ferrovias Norte-Sul, no Tocantins, e Leste-Oeste, na Bahia, e a modernização e ampliação do Porto de Itaqui, no Maranhão, são as principais reivindicações do setor produtivo. Continue lendo

Agência Brasil – 09/03/2010

A América Latina Logística (ALL), empresa que arrendou a Ferronorte, informou nesta segunda-feira (8) que vai recorrer da decisão judicial que torna nula a concessão de uma área do Porto de Santos, em São Paulo, por falta de licitação. De acordo com a empresa, a área de mais de 500 mil metros quadrados (m²) é um importante ponto de armazenamento de commodities do Centro-Oeste que são escoadas pelas ferrovias da Ferronorte. Continue lendo

Logística em foco

Valor Econômico – 04/03/2010

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes (foto), informou ontem, em comunicado do ministério, que a Pasta e os setores que representam o agronegócio “estão envolvidos na elaboração de propostas de obras de infraestrutura para a segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2)”. Conforme Stephanes, que participou da 16ª reunião ordinária da Câmara Temática de Infraestrutura e Logística do Agronegócio, “a presença do setor na formulação do programa é fundamental”. Na mira, estão as fragilidades em portos como Itaqui (MA), Pecém (CE) e Santarém (PA), ferrovias – sobretudo no Centro-Oeste – e hidrovias. De acordo com o ministério, novas linhas de crédito para ampliar a capacidade de armazenamento nas propriedades, cooperativas e no recebimento das cargas nos portos também devem fazer parte do PAC 2.

DCI – Diário do Comércio & Indústria – 04/03/2010

SÃO PAULO – A logística é a responsável por atravancar a comercialização da soja e do milho no Mato Grosso, seguida da infraestrutura e sobrevalorização do real. Um dos motivos foi a antecipação do plantio da safra dos dois produtos, causada pelo excesso de chuvas, que antecipou também a colheita e apressou o escoamento da produção.

De acordo com João Birkahan, coordenador do centro de comercialização de grãos da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), a tarifação do frete sofreu um reajuste de 47,25%, se comparado ao mesmo período em 2009. Continue lendo