Category: Hidrovia


Embrapa Milho e Sorgo – 23/11/2011

Alternativas para a melhoria do escoamento da safra de grãos no estado de Mato Grosso para diminuir os custos de produção foram o principal tema discutido durante a abertura do XI Seminário Nacional de Milho Safrinha, realizada no final da tarde desta segunda-feira, 21, em Lucas do Rio Verde-MT. O governador do estado do Amapá Camilo Capiberibe (PSB), presente no evento, apresentou a proposta de intensificação de ações para viabilizar o transporte fluvial por meio da utilização do Porto de Santana (antigo Porto de Macapá), localizado às margens do rio Amazonas.

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Valor Econômico – 22/11/2011

O Brasil pode dobrar a sua produção de grãos nos próximos anos, como fez na década anterior, e superar a marca das 300 milhões de toneladas em 2020. Dispõe de área, água, clima e tecnologia adequados para até ir além dessa marca, segundo a maioria dos especialistas. Mas o produto que é extraído da terra continuará enfrentando gargalos da infraestrutura precária, estrutura tributária inadequada e, entre outros, burocracia na concessão de crédito, caso não haja vontade e força política para mudar essa realidade. Continue lendo

Aprosoja – 09/09/2011

A infraestrutura de logística norte-americana foi um dos aspectos que mais chamaram a atenção da comitiva da Aprosoja durante do ‘Intercâmbio da Soja’. Principalmente quando se compara as condições vividas cotidianamente pelos produtores brasileiros para o escoamento da produção com o cenário encontrado nas fazendas visitas durante o intercâmbio. “Tudo foi planejado aqui há muito tempo. O processo de ocupação urbana ocorreu ao lado de grandes projetos logísticos”, observa o delegado da Aprosoja, Adolfo Petry. Continue lendo

Portal G1 – 27/07/2011

Uma carga de soja pode demorar quase um mês para chegar ao destino. O Porto de Santarém, no Pará, tem sido boa alternativa de rota.

Do Globo Rural – O Brasil é um dos principais exportadores de soja do mundo. Quase tudo o que é vendido para fora sai pelos Portos de Santos, em São Paulo, e de Paranaguá, no Paraná. Já a produção do Norte do país encontrou uma boa alternativa de saída. Continue lendo

Olhar Direto – 06/04/2011

O aumento da demanda por canais de escoamento para grãos levou a Hermasa – empresa de navegação do grupo André Maggi – a investir na construção de uma estrutura própria em Porto Velho. Hoje, a empresa utiliza o terminal público do porto da capital de Rondônia, mas o plano é, pelo menos, dobrar a capacidade para movimentação de grãos, que atualmente é de 40 mil toneladas. A Hermasa também planeja trabalhar com dois produtos – soja e milho – simultaneamente, o que não é possível hoje. Continue lendo

Diário de Cuiabá – 17/03/2010

A 8ª reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Soja, em Brasília, ontem, teve um gostinho amargo aos ruralistas mato-grossenses. Mesmo com a certeza do Ministério da Agricultura de que importantes obras de infraestrutura para o escoamento da produção serão incluídas no PAC 2, a União ratificou mais uma vez que a construção da hidrovia Teles Pires/Tapajós não integrará a segunda fase do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Continue lendo

Valor Econômico – 15/03/2010

Logística: Crise financeira fortaleceu planos de diversificação de cargas

Francisco Góes, de Ghent (Bélgica) – O iate se aproxima de um cais no porto de Ghent, no norte da Bélgica, e para a poucos metros de uma área com grandes silos para armazenagem de grãos. Fons Maes, secretário-geral do Conselho Belga de Biodiesel, aponta em direção ao píer e anuncia: “Temos aqui um cluster de biocombustível.” No local, há uma operação logística integrada para receber matérias-primas, produzir biodiesel e etanol e escoar os produtos via barcaças ou navios até os mercados consumidores. Os biocombustíveis tornaram-se uma das apostas de crescimento e diversificação para Ghent, um dos cinco maiores portos fluviais da Europa. Continue lendo

Gazeta do Povo – 09/03/2010

Infraestrutura reduz custos de produção e eleva competitividade no mercado internacional, compensando parte dos problemas causados pela instabilidade interna

San Lorenzo, Argentina – Mesmo com todos os problemas internos, políticos e econômicos, a Argentina é um dos maiores exportadores de grãos do mundo. Para sustentar a posição, apoia-se em diferenciais agronômicos e logísticos. No país, o subsídio à agricultura é a natureza. Os solos férteis exigem menor desembolso com fertilizantes e a topografia plana facilita a mecanização. O acesso fácil a um complexo portuário fluvial que corta o cinturão de grãos do país agiliza o escoamento da safra. Perto de 80% da produção de grãos da Argentina está num raio de no máximo 300 quilômetros de algum porto. Continue lendo